Silêncio no Consultório, Voz no Mundo – A Jornada de Carlos Mendes com StrongBody AI

O sol da manhã no Rio de Janeiro continuava esplendoroso como sempre, mas dentro do pequeno consultório no bairro de Copacabana, o médico do esporte Carlos Mendes permanecia sentado, absorto, diante de uma tela de computador completamente vazia.

Aos 42 anos, Carlos já fora motivo de orgulho da Faculdade de Medicina do Esporte da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Especialista em lesões esportivas, ele dedicava-se ao atendimento de jogadores amadores de futebol de salão e de campo, lutadores de Muay Thai da zona sul, corredores de rua que treinavam na orla de Ipanema e praticantes de crossfit que buscavam prevenção e reabilitação funcional. Seu nome circulava entre os clubes de várzea do subúrbio e as academias de musculação da praia, e havia época em que a agenda ficava lotada semanas antes.

Mas os últimos três anos e meio haviam sido impiedosos. A pandemia primeiro trouxe o medo do contato físico e esvaziou as salas de espera. Depois veio a explosão das grandes redes de clínicas e aplicativos de agendamento online, com orçamentos milionários em publicidade digital. O consultório de Carlos, localizado num prédio antigo e charmoso da Avenida Atlântica, passou a receber apenas meia dúzia de pacientes fiéis por mês. A renda despencou. As contas de aluguel, energia, internet e material de escritório começaram a se acumular como uma avalanche silenciosa.

— Carlos, você está olhando de novo para essa tela vazia? — perguntou Mariana, sua esposa, saindo da cozinha com uma xícara fumegante de café preto sem açúcar.

Ela parou ao lado dele, observando as olheiras profundas e o olhar distante.

— A Clara perguntou ontem por que o papai não sorri mais quando chega em casa…

Carlos soltou um suspiro longo, quase doloroso.

— Eu sei, Mari. Mês passado foram só onze consultas. Onze. Não dá nem para pagar o aluguel desse lugar. Se continuar assim, vamos ter que nos mudar para a Baixada ou para algum canto mais barato em Niterói.

Mariana pousou a mão no ombro dele, firme, mas carinhosa.

— Você já pensou em tentar algo pela internet? Hoje em dia todo mundo usa redes sociais para captar clientes.

— Eu tentei, amor. Anúncios no Facebook gastam uma fortuna e o retorno é quase zero. No Instagram eu não sei nem por onde começar… eu sou médico, não criador de conteúdo.

A frustração foi se acumulando. Carlos contratou um estudante de publicidade digital por três meses. Gastou quase oito mil reais em campanhas segmentadas — targeting por localização, interesse em corrida, futebol, musculação, faixa etária 25-45 anos. Resultado? Duas consultas novas. O custo por lead ultrapassou R$ 400, valor absurdo para o ticket médio que ele cobrava.

Depois veio a tentativa no YouTube: vídeos explicando exercícios proprioceptivos para reabilitação de tornozelo, protocolo RICE atualizado, mobilidade de quadril pós-cirurgia de impacto femoroacetabular. Seis meses depois, o canal tinha míseros 87 inscritos e a média de visualizações por vídeo não passava de 120.

Nos grupos de Facebook de treinadores pessoais e de fisioterapeutas, suas postagens eram marcadas como spam ou simplesmente ignoradas. A sensação de fracasso foi se instalando como uma sombra permanente.

À noite, ao chegar em casa, via a filha Clara, agora com 11 anos, debruçada sobre os livros escolares. Cada vez que ela levantava os olhos e sorria timidamente, Carlos sentia uma pontada no peito. “Um homem que não sustenta a família… que tipo de exemplo eu estou sendo?”, pensava, enquanto a irritação transbordava em discussões pequenas com Mariana, esquecimentos constantes de reuniões escolares e até a ausência no aniversário de 15 anos do próprio irmão caçula.

Numa tarde de chuva forte, dessas que transformam o Rio num rio cinzento, Mariana sentou-se ao lado dele no sofá gasto da sala.

— Carlos… eu não preciso de apartamento maior, nem de carro novo. Eu preciso do homem que chegava em casa contando histórias engraçadas dos pacientes, que ria alto com a Clara no colo. Cadê esse homem?

Ele baixou a cabeça, a voz rouca de emoção contida:

— Eu não sei mais onde ele está, Mari. Um médico sem pacientes é igual a um desempregado com diploma na parede.

Mariana ficou em silêncio alguns segundos, depois falou baixo:

— Ontem a Beatriz me contou de uma plataforma nova. Ela está dando aulas de yoga online para clientes da Europa e dos Estados Unidos através dela. Chama-se StrongBody AI.

Carlos franziu a testa.

— Mais um aplicativo? Não acredito mais nessas promessas.

— Ela disse que a maioria dos alunos paga em dólar ou euro, e que o sistema faz o matching automaticamente. Você não precisa ficar correndo atrás de anúncio.

Ele deu um sorriso amargo.

— Parece comercial demais. Deve ser mais um golpe.

Mariana não insistiu. Mas duas semanas depois, vendo o marido dormir cada vez menos, com olheiras que pareciam tatuadas, ela criou uma conta em https://strongbody.ai e enviou o link por WhatsApp com uma única frase:

“É só uma tentativa. Por favor. Pela Clara. Por mim. Por você.”

Carlos olhou para o link durante sete dias inteiros sem clicar. O medo de mais uma decepção era maior que a esperança.

O ponto de ruptura aconteceu numa noite de sábado. Clara entrou correndo no quarto, o rosto molhado de lágrimas:

— Pai… os meninos da escola perguntaram por que você não é mais médico. Eles disseram que você está desempregado…

Carlos puxou a filha para o colo e, pela primeira vez em mais de dois anos, chorou. Não por autopiedade, mas pela dor de compreender que seu orgulho ferido estava machucando justamente as pessoas que ele mais queria proteger.

Naquela mesma madrugada, com os olhos ainda vermelhos, ele abriu o notebook e clicou no link.

O cadastro era intuitivo, mas quando chegou a etapa de upload de certificados CRM, título de especialista em Medicina do Esporte e comprovante de residência, a internet residencial começou a cair a cada dois minutos. Carlos quase desistiu de raiva.

Às 01:14 da manhã (horário de Brasília), ele abriu o chat de suporte. Dezoito minutos depois, uma atendente chamada Sofia respondeu em português perfeito:

“Boa noite, Dr. Mendes! Já visualizei o seu perfil parcial. A conexão está instável aí, certo? Posso te guiar por chamada de voz agora mesmo?”

Durante os 40 minutos seguintes, Sofia foi extremamente paciente. Explicou como compactar os arquivos PDF acima de 8 MB, como usar o recurso de assinatura digital eletrônica aceita pela plataforma, ajudou a redigir a descrição profissional em português e inglês, selecionou a foto mais adequada entre as que Carlos tinha no celular e orientou na criação dos três primeiros pacotes de serviço:

  1. Recuperação funcional de lesão de ligamento cruzado anterior e menisco (12 semanas)
  2. Programa de prevenção de lesões por overuse em corredores de rua (8 semanas)
  3. Avaliação e periodização nutricional para hipertrofia pós-reabilitação de alta intensidade

Quando terminou, o perfil de Carlos apareceu na plataforma: foto profissional, descrição clara, selos de verificação de credenciais, valores competitivos em reais convertidos automaticamente para dólar, euro e libra. Parecia perfeito. Mas ele ainda duvidava: “Quem vai contratar um médico brasileiro desconhecido na internet?”

As três primeiras semanas foram um deserto digital. Zero solicitações. Carlos já considerava cancelar a assinatura.

No 24º dia, às 10:47 da manhã, o celular vibrou:
Nova solicitação recebida – Sarah Thompson, 38 anos, Nova York

Sarah era analista financeira de um grande banco de investimento. Sofria de dor patelofemoral crônica após completar sua segunda maratona. Já havia consultado três ortopedistas e dois fisioterapeutas nos EUA, mas os valores das consultas presenciais giravam em torno de US$ 380–450 por sessão, além de listas de espera de até oito semanas.

O algoritmo de matching da StrongBody AI a conectou com Carlos por três critérios principais: especialização comprovada em lesões de corredor, disponibilidade de horários compatíveis com fuso horário do leste americano e preço médio 65% inferior ao praticado em Manhattan.

A comunicação começou pelo B-Messenger integrado. Sarah falava em inglês americano rápido; Carlos respondia em português brasileiro. O sistema de tradução por voz bidirecional quase em tempo real (latência média de 0,8 segundo) permitia que ambos conversassem com naturalidade, sem perder nuances técnicas.

Nas primeiras três sessões (45 minutos cada), Carlos conduziu:

  • Anamnese detalhada + questionário digital de sintomas (KOOS e IKDC adaptados)
  • Solicitação de vídeos em slow motion (app próprio da plataforma) para análise cinemática da marcha e squat
  • Protocolo inicial de fortalecimento excêntrico do quadríceps, alongamento dinâmico do trato iliotibial e exercícios de controle motor do core
  • Orientações de tape funcional com kinesio tape para descarga patelar

Na quarta semana, Sarah enviou mensagem: “A dor caiu quase 60%. Pela primeira vez em oito meses consigo descer escada sem mancar.”

Ela pagou a consulta e deixou avaliação cinco estrelas:
“Dr. Mendes possui conhecimento técnico impressionante e uma empatia rara. Ele entende o corpo de quem treina de verdade. Recomendo a qualquer atleta.”

Aquele primeiro depoimento funcionou como gatilho. Nos dois meses seguintes chegaram 17 novos clientes: nove dos Estados Unidos, três do Canadá, dois do Reino Unido, um da Alemanha, um da Austrália e um de Portugal. Entre os casos mais complexos estavam:

  • Reabilitação pós-reconstrução de LCA com enxerto de tendão patelar (paciente de 29 anos, jogador semiprofissional)
  • Protocolo de retorno ao esporte após fratura por estresse na tíbia (corredora de ultramaratona)
  • Readequação nutricional concomitante à redução de gordura corporal preservando massa magra (mulher de 41 anos, praticante de CrossFit)

Nem tudo foi perfeito.

Houve uma sessão em que o delay da tradução atingiu 3,4 segundos, deixando o diálogo com um cliente alemão um pouco desconfortável. Em outra tarde, cinco solicitações chegaram quase simultaneamente; Carlos sentiu o coração disparar e uma sensação familiar de esgotamento. Um cliente reclamou duramente quando Carlos pediu vídeos de movimento: “Estou pagando caro, por que tenho que fazer o trabalho?”. Carlos passou a noite inteira redigindo mensagens de esclarecimento, gravando um vídeo explicativo personalizado e oferecendo uma sessão complementar gratuita.

Nos momentos de dúvida, Mariana sentava-se ao lado dele, segurava sua mão e dizia com serenidade:

— Você não precisa agradar todo mundo, Carlos. Só precisa continuar sendo o médico cuidadoso, estudioso e humano que sempre foi.

Aos poucos, ele aprendeu a usar as ferramentas avançadas da StrongBody AI:

  • Limite automático de agenda (máximo 6 slots por dia)
  • Active Message — envio proativo de mensagens personalizadas para clientes em potencial que visualizaram o perfil
  • Relatórios de progresso gerados automaticamente com gráficos de evolução da dor (escala VAS) e funcionalidade (escores Lysholm, Tegner)
  • Biblioteca de exercícios em vídeo 4K com tracking de execução via IA
  • Integração com wearables (Garmin, Whoop, Apple Watch) para monitoramento remoto de frequência cardíaca em repouso e variabilidade

Um ano após o cadastro, Carlos tinha 134 clientes recorrentes. A renda mensal era mais de quatro vezes superior ao melhor período da clínica física. Ele contratou uma assistente administrativa virtual para gerenciar marcações iniciais e follow-ups. O consultório em Copacabana deixou de ser um peso financeiro e transformou-se num espaço premium para atendimento presencial de “turismo médico” — clientes estrangeiros que aproveitavam viagens ao Rio para consultas presenciais complementares.

Numa noite quente de verão, Clara correu até ele e o abraçou por trás:

— Pai! Hoje a professora disse na frente da turma inteira que eu tenho o pai médico mais incrível da classe. Eu tô muito orgulhosa de você!

Carlos virou-se devagar. Olhou para Mariana, que sorria com lágrimas nos olhos, e para Clara, cujo rosto brilhava de felicidade.

Ele sorriu — um sorriso amplo, sincero, desses que fazem as rugas de preocupação se transformarem em marcas de vida.

— Obrigado a vocês duas… e obrigado à StrongBody AI. Não foi só trazer clientes. Foi me devolver a fé no meu trabalho… e em mim mesmo.

Sob a luz amarelada e acolhedora do apartamento pequeno em Copacabana, Carlos Mendes, pela primeira vez em muitos anos, sentiu que não estava apenas sobrevivendo como médico. Ele estava, enfim, verdadeiramente vivo — e brilhando — na profissão que escolhera desde jovem.

Visão Geral da StrongBody AI

A StrongBody AI é uma plataforma que conecta serviços e produtos nas áreas de saúde, cuidados de saúde proativos e saúde mental, operando no endereço oficial e único: https://strongbody.ai. A plataforma conecta médicos reais, farmacêuticos reais e especialistas reais em cuidados de saúde proativos (vendedores) com utilizadores (compradores) em todo o mundo, permitindo que os vendedores ofereçam consultas remotas/presenciais, formação online, vendam produtos relacionados, publiquem blogs para construir credibilidade e contactem proativamente potenciais clientes através da Mensagem Ativa. Os compradores podem enviar pedidos, fazer encomendas, receber ofertas e construir equipas de cuidados pessoais. A plataforma faz correspondência automática com base na especialidade, suporta pagamentos via Stripe/PayPal (mais de 200 países). Com dezenas de milhões de utilizadores provenientes dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá e outros, a plataforma gera milhares de pedidos diários, ajudando os vendedores a alcançar clientes de alto rendimento e os compradores a encontrar facilmente especialistas reais adequados.

Modelo de Funcionamento e Capacidades

Não é uma plataforma de agendamento
A StrongBody AI é o local onde os vendedores recebem pedidos dos compradores, enviam proativamente ofertas, realizam transações diretas via chat, aceitação de ofertas e pagamento. Esta funcionalidade pioneira proporciona iniciativa e máxima conveniência para ambas as partes, adequada às transações reais no setor da saúde – algo que nenhuma outra plataforma oferece.

Não é uma ferramenta médica / IA
A StrongBody AI é uma plataforma de conexão humana, permitindo que os utilizadores se conectem com profissionais de saúde reais e verificados que possuem qualificações válidas e experiência profissional comprovada de países em todo o mundo.
Todas as consultas e trocas de informações ocorrem diretamente entre utilizadores e especialistas humanos reais, via chat B-Messenger ou ferramentas de comunicação de terceiros, como Telegram, Zoom ou chamadas telefónicas.
A StrongBody AI apenas facilita as conexões, o processamento de pagamentos e ferramentas de comparação; não interfere no conteúdo das consultas, julgamento profissional, decisões médicas ou prestação de serviços. Todas as discussões e decisões relacionadas com saúde são tomadas exclusivamente entre utilizadores e profissionais licenciados reais.

Base de Utilizadores

A StrongBody AI serve dezenas de milhões de membros dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá, Austrália, Vietname, Brasil, Índia e muitos outros países (incluindo redes alargadas como Gana e Quénia). Dezenas de milhares de novos utilizadores registam-se diariamente nos papéis de comprador e vendedor, formando uma rede global de prestadores de serviços reais e utilizadores reais.

Pagamentos Seguros

A plataforma integra Stripe e PayPal, suportando mais de 50 moedas. A StrongBody AI não armazena informações de cartões; todos os dados de pagamento são geridos de forma segura pela Stripe ou PayPal com verificação OTP. Os vendedores podem levantar fundos (exceto taxas de conversão de moeda) em 30 minutos para as suas contas bancárias reais. As taxas da plataforma são 20% para vendedores e 10% para compradores (exibidas claramente nos preços dos serviços).

Limitações de Responsabilidade

A StrongBody AI atua unicamente como plataforma intermediária de conexão e não participa nem assume responsabilidade pelo conteúdo das consultas, qualidade de serviços ou produtos, decisões médicas ou acordos celebrados entre compradores e vendedores.
Todas as consultas, orientações e decisões relacionadas com saúde são realizadas exclusivamente entre compradores e profissionais humanos reais. A StrongBody AI não é um prestador de cuidados médicos e não garante resultados de tratamentos.

Benefícios

Para vendedores:
Acesso a clientes globais de alto rendimento (EUA, UE, etc.), aumento de rendimentos sem necessidade de marketing ou conhecimentos técnicos, construção de marca pessoal, monetização de tempo livre e contribuição de valor profissional para a saúde da comunidade global como especialistas reais a servir utilizadores reais.

Para compradores:
Acesso a uma ampla seleção de profissionais reais e reputados a custos razoáveis, evitar longos tempos de espera, encontrar facilmente especialistas adequados, beneficiar de pagamentos seguros e superar barreiras linguísticas.

Aviso sobre IA

O termo “AI” na StrongBody AI refere-se à utilização de tecnologias de inteligência artificial apenas para fins de otimização da plataforma, incluindo correspondência de utilizadores, recomendações de serviços, suporte de conteúdo, tradução de idiomas e automação de fluxos de trabalho.
A StrongBody AI não utiliza inteligência artificial para fornecer diagnóstico médico, aconselhamento médico, decisões de tratamento ou julgamento clínico. A inteligência artificial na plataforma não substitui profissionais de saúde licenciados e não participa na tomada de decisões médicas.
Todas as consultas e decisões relacionadas com saúde são tomadas unicamente por profissionais humanos reais e utilizadores.

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