De Endocrinologista Preso em Copacabana a Referência Global em Diabetes e Metabolismo
No coração pulsante de Copacabana, Rio de Janeiro, o Dr. Rafael Mendes, aos 38 anos, era um endocrinologista respeitado em uma pequena clínica particular na Avenida Atlântica. Com mais de 12 anos de experiência dedicada ao diabetes mellitus tipo 2, síndrome metabólica, resistência insulínica severa, esteatose hepática não alcoólica e dislipidemias complexas, ele já havia estabilizado centenas de pacientes: desde operários das favelas do Pavão-Pavãozinho que chegavam com HbA1c acima de 11% e neuropatia periférica dolorosa, até executivos de cobertura duplex em Ipanema que lutavam contra o efeito rebote após dietas radicais. Rafael dominava as diretrizes mais recentes: os algoritmos da Sociedade Brasileira de Diabetes 2024–2025, as recomendações da ADA sobre uso sequencial de inibidores de SGLT2 e agonistas de GLP-1, os protocolos de titulação lenta de metformina para minimizar efeitos gastrointestinais, as estratégias de carb cycling para preservação de massa muscular em pacientes obesos, e os cálculos precisos de HOMA-IR e QUICKI para avaliação de resistência insulínica. Ele se orgulhava de cada paciente que conseguia reduzir a HbA1c em pelo menos 1,5% em seis meses, ou que evitava a insulinoterapia basal graças a intervenções intensivas de estilo de vida.
No entanto, por trás do jaleco branco impecável, Rafael se sentia sufocado. A clínica recebia em média apenas 8 a 10 novos pacientes por mês, quase todos vindos por indicação boca a boca. Ele sonhava em expandir o alcance: atender brasileiros no exterior, estrangeiros interessados em abordagens integrativas latino-americanas, pacientes em áreas remotas da Amazônia ou do Nordeste que não tinham acesso a especialistas. Mas como? Rafael não entendia de marketing digital, odiava gravar vídeos, achava redes sociais um desperdício de tempo. Seu dia já era esgotante: consultas presenciais das 8h às 20h, com apenas 20 minutos por paciente, tempo insuficiente para explicar em profundidade o papel da microbiota intestinal na sensibilidade à insulina ou os benefícios da suplementação com cromo picolinato em casos selecionados.
A vida pessoal desmoronava lentamente. Mariana, sua esposa, professora do ensino fundamental em uma escola pública no Leblon, chegava em casa exausta e ainda precisava preparar o jantar enquanto Rafael ficava até tarde respondendo mensagens de WhatsApp de pacientes ou estudando artigos no PubMed. Sofia, a filha de 9 anos, começou a desenhar retratos da família em que o pai aparecia sempre de costas, olhando para o computador. Certa noite, ela mostrou um desenho: papai, mamãe e ela na praia de Ipanema, mas o pai estava desenhado pequeno, distante, com uma nuvem cinza acima da cabeça.
“Pai, por que o senhor anda tão triste ultimamente?” perguntou Sofia, com voz miúda.
Rafael forçou um sorriso, acariciou a cabeça da filha: “O papai está tentando ajudar muita gente a ficar saudável, meu amor.”
Mas ele sabia que era mentira. Estava se afogando.
Tentou várias saídas. Contratou uma pequena agência de publicidade em Botafogo. Eles criaram fanpage, rodaram campanhas segmentadas por interesses em “diabetes tipo 2”, “controle glicêmico”, “dieta low carb Rio de Janeiro”. Investimento: 4.500 reais por mês durante três meses. Resultado: três agendamentos, dois comparecimentos, nenhum retorno. Rafael sentiu-se humilhado.
Depois, tentou o TikTok por conta própria. Passou dois meses aprendendo a editar vídeos curtos no CapCut. Gravou mais de 40 clipes: “Os 5 mitos sobre frutas e diabetes”, “Como o jejum intermitente 16/8 pode melhorar o HOMA-IR”, “Exercícios resistidos que aumentam a captação de glicose muscular sem hipoglicemia”. Resultado: 320 seguidores, média de 80 visualizações por vídeo, muitos comentários debochados (“Mais um médico querendo vender remédio”). Ele apagou todo o conteúdo em uma noite de raiva e frustração.
O peso emocional virou peso corporal: +8 kg em cinco meses, cintura que já não cabia nas calças antigas. Rafael passava a noite acordado, bebendo café preto forte, rolando o feed do Instagram vendo colegas mais jovens faturando com cursos online e consultas virtuais. Mariana falava cada vez menos. Uma noite, ela não aguentou:
“Rafael, eu não ligo se a gente não ficar rico. Eu só sofro de ver você se perdendo. Você era o homem mais apaixonado pelo que fazia. Agora só vejo cansaço, irritação e culpa. Tenho medo que um dia a Sofia perca o pai que ela conheceu.”
As palavras cortaram fundo. Rafael passou a noite na varanda do apartamento, olhando as luzes tremeluzentes do Pão de Açúcar, lágrimas silenciosas escorrendo. Pensou que talvez aquele fosse seu limite: um bom médico, mas comum, preso ao pequeno consultório em Copacabana.
O ponto de virada veio num sábado à tarde, no café da esquina no Leblon. Mariana trouxe o notebook e mostrou um depoimento compartilhado por uma amiga professora: um cardiologista de São Paulo que multiplicara por quatro sua carteira de pacientes em três meses usando a StrongBody AI. “Não é propaganda paga. É relato real. Dizem que a plataforma traz os clientes automaticamente, sem precisar gastar com anúncios.”
Rafael riu com descrença: “Deve ser golpe, amor.”
Mas leu. Leu sobre o algoritmo de matching inteligente, a tradução de voz em tempo real com precisão médica, o suporte multilíngue, as ferramentas de SEO interno e Active Message. Ficou em silêncio por longos minutos. Mariana falou baixinho:
“Você não precisa aprender marketing. Você só precisa continuar sendo o excelente endocrinologista que sempre foi. Deixa a tecnologia cuidar do resto.”
Rafael hesitou três semanas. Medo de perder dinheiro, de ser enganado, de mais um fracasso. Mariana sentou ao lado dele numa noite chuvosa e o ajudou a criar a conta em https://strongbody.ai.
O cadastro exigiu paciência. Upload de CRM, RQE em endocrinologia, diploma de residência, certificados de cursos avançados em terapia intensiva com GLP-1 e educação em diabetes. O sistema rejeitou o PDF do título de especialista duas vezes por proteção de senha. Rafael quase desistiu. Mariana abriu o chat de suporte: Carla, atendente brasileira, respondeu em 12 minutos, em português fluente, enviou prints passo a passo e ficou online até o arquivo ser aceito corretamente. Perfil aprovado em 48 horas.
Rafael criou dois serviços principais:
- Programa personalizado de controle glicêmico intensivo por 30 dias (incluindo ajuste de medicação oral, plano alimentar com contagem de carboidratos, monitoramento remoto via upload de glicemia capilar e correções semanais)
- Plano nutricional de longo prazo para diabetes tipo 2 com foco em reversão de resistência insulínica (12 semanas, com reavaliação de HOMA-IR)
Adicionou três produtos afiliados: chá de folhas de amora e jambu (tradicional de Minas Gerais, com evidências preliminares de redução da absorção de glicose intestinal), ômega-3 de alta concentração (triglicerídeos reesterificados, 2g EPA+DHA/dia), e caderno digital personalizado de monitoramento glicêmico com gráficos automáticos.
O primeiro mês foi silêncio. Rafael já murmurava: “Viu? Mais uma perda de tempo.”
Mariana sorriu: “O pessoal diz que a IA precisa de 4–6 semanas para entender seu perfil e começar o matching.”
Na sexta semana, a notificação chegou:
“Nova solicitação – Estados Unidos, Texas – Diabetes Type 2 Management & Herbal Support”
Cliente: James Carter, 52 anos, HbA1c 8,7%, glicemias em jejum entre 180–240 mg/dL apesar de metformina 2g/dia e glibenclamida. Procurava abordagem integrativa com ervas. Rafael respondeu via B-Messenger. Gravou áudio em português explicando o mecanismo de ação das folhas de amora na inibição da alfa-glicosidase intestinal. A ferramenta Voice Translation converteu para inglês perfeito em segundos. James respondeu rindo: “Doctor, your accent is charming! I feel you really care.” Após 40 minutos de troca intensa, James aceitou o pacote de 180 USD para 30 dias. Dinheiro na carteira StrongBody AI. Rafael sentiu um arrepio de esperança.
A partir dali, o fluxo começou. Uma professora canadense com diabetes gestacional prévio. Um executivo britânico com síndrome metabólica e esteatose grau 2. Um triatleta australiano com hipoglicemias reativas pós-treino. Todos chegavam via matching algorítmico: o sistema cruzava localização, idioma, condição clínica (diabetes tipo 2, prediabetes, LADA), orçamento e preferência por abordagens integrativas com o perfil especializado de Rafael.
Nem tudo foi fácil. Uma noite, quatro requests simultâneos enquanto ele ainda atendia presencialmente. Atrasou 5 horas para um cliente alemão. O paciente deixou mensagem ríspida: “I expected faster response from a professional.” Rafael entrou em pânico, passou a noite em claro pensando que tudo ruiria novamente.
Mariana o encontrou na cozinha às 4h da manhã, fez café com leite quente e disse:
“Você não é robô. É médico. Escolha qualidade em vez de quantidade. Quem realmente precisa de você vai esperar.”
Rafael aprendeu a configurar limites: máximo 6 consultas por dia, buffer de 30 minutos entre sessões, ativação do Active Message para mensagens proativas (“Olá, notei que você busca ajuda para controle de glicemia sem aumentar medicação. Posso oferecer avaliação inicial gratuita?”).
Houve erro de tradução: o termo “downregulation de receptores de insulina” foi traduzido errado para alemão, causando confusão. Rafael acionou suporte: resolvido em 20 minutos, com pedido de desculpas e crédito de um mês gratuito para o cliente.
O maior desafio veio com um cliente inglês: o chá de ervas atrasou na alfândega britânica. O paciente ameaçou reembolso total. Rafael perdeu duas noites de sono. Abriu o grupo familiar no WhatsApp e contou tudo. Dona Clara, sua mãe, enfermeira aposentada com 40 anos de experiência, enviou áudio longo:
“Filho, em 40 anos eu vi de tudo. Nem todo mundo fica satisfeito. O importante é você ter feito o melhor. Peça desculpas de coração e dê solução. Quem é bom entende.”
Rafael seguiu o conselho: enviou voice message sincero, reembolsou 50%, ofereceu consulta extra gratuita e acompanhamento por mais 15 dias. O cliente não só aceitou como deixou review 5 estrelas: “Best doctor I’ve ever consulted online. Truly cares.”
Com o tempo, Rafael reconquistou a confiança. Parou de se autoflagelar a cada pequeno erro. Entendeu que sucesso é resiliência, não perfeição.
Hoje, a clínica em Copacabana continua aberta, mas Rafael tem mais de 45 clientes internacionais recorrentes de 18 países. A renda triplicou. Ele leva Sofia para caminhar na praia aos sábados à tarde, cozinha feijoada com Mariana nos domingos, recupera o sono perdido.
Mariana disse uma noite, abraçando-o:
“Estou orgulhosa de você. Não pelo dinheiro. Pela luz que voltou aos seus olhos.”
Rafael olha para o mar de Copacabana, sorri. A StrongBody AI não é mágica — tem falhas, delays, exige aprendizado constante. Mas foi ela que abriu as portas do mundo para um endocrinologista comum do Rio de Janeiro. Ela o ajudou a curar não só diabetes e resistência insulínica, mas também a ferida mais profunda: a perda de si mesmo.
Agora, ele sabe: um médico brasileiro pode, sim, tocar vidas em todos os continentes. E, mais importante, pode voltar a ser inteiro.
Visão Geral da StrongBody AI
A StrongBody AI é uma plataforma que conecta serviços e produtos nas áreas de saúde, cuidados de saúde proativos e saúde mental, operando no endereço oficial e único: https://strongbody.ai. A plataforma conecta médicos reais, farmacêuticos reais e especialistas reais em cuidados de saúde proativos (vendedores) com utilizadores (compradores) em todo o mundo, permitindo que os vendedores ofereçam consultas remotas/presenciais, formação online, vendam produtos relacionados, publiquem blogs para construir credibilidade e contactem proativamente potenciais clientes através da Mensagem Ativa. Os compradores podem enviar pedidos, fazer encomendas, receber ofertas e construir equipas de cuidados pessoais. A plataforma faz correspondência automática com base na especialidade, suporta pagamentos via Stripe/PayPal (mais de 200 países). Com dezenas de milhões de utilizadores provenientes dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá e outros, a plataforma gera milhares de pedidos diários, ajudando os vendedores a alcançar clientes de alto rendimento e os compradores a encontrar facilmente especialistas reais adequados.
Modelo de Funcionamento e Capacidades
Não é uma plataforma de agendamento
A StrongBody AI é o local onde os vendedores recebem pedidos dos compradores, enviam proativamente ofertas, realizam transações diretas via chat, aceitação de ofertas e pagamento. Esta funcionalidade pioneira proporciona iniciativa e máxima conveniência para ambas as partes, adequada às transações reais no setor da saúde – algo que nenhuma outra plataforma oferece.
Não é uma ferramenta médica / IA
A StrongBody AI é uma plataforma de conexão humana, permitindo que os utilizadores se conectem com profissionais de saúde reais e verificados que possuem qualificações válidas e experiência profissional comprovada de países em todo o mundo.
Todas as consultas e trocas de informações ocorrem diretamente entre utilizadores e especialistas humanos reais, via chat B-Messenger ou ferramentas de comunicação de terceiros, como Telegram, Zoom ou chamadas telefónicas.
A StrongBody AI apenas facilita as conexões, o processamento de pagamentos e ferramentas de comparação; não interfere no conteúdo das consultas, julgamento profissional, decisões médicas ou prestação de serviços. Todas as discussões e decisões relacionadas com saúde são tomadas exclusivamente entre utilizadores e profissionais licenciados reais.
Base de Utilizadores
A StrongBody AI serve dezenas de milhões de membros dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá, Austrália, Vietname, Brasil, Índia e muitos outros países (incluindo redes alargadas como Gana e Quénia). Dezenas de milhares de novos utilizadores registam-se diariamente nos papéis de comprador e vendedor, formando uma rede global de prestadores de serviços reais e utilizadores reais.
Pagamentos Seguros
A plataforma integra Stripe e PayPal, suportando mais de 50 moedas. A StrongBody AI não armazena informações de cartões; todos os dados de pagamento são geridos de forma segura pela Stripe ou PayPal com verificação OTP. Os vendedores podem levantar fundos (exceto taxas de conversão de moeda) em 30 minutos para as suas contas bancárias reais. As taxas da plataforma são 20% para vendedores e 10% para compradores (exibidas claramente nos preços dos serviços).
Limitações de Responsabilidade
A StrongBody AI atua unicamente como plataforma intermediária de conexão e não participa nem assume responsabilidade pelo conteúdo das consultas, qualidade de serviços ou produtos, decisões médicas ou acordos celebrados entre compradores e vendedores.
Todas as consultas, orientações e decisões relacionadas com saúde são realizadas exclusivamente entre compradores e profissionais humanos reais. A StrongBody AI não é um prestador de cuidados médicos e não garante resultados de tratamentos.
Benefícios
Para vendedores:
Acesso a clientes globais de alto rendimento (EUA, UE, etc.), aumento de rendimentos sem necessidade de marketing ou conhecimentos técnicos, construção de marca pessoal, monetização de tempo livre e contribuição de valor profissional para a saúde da comunidade global como especialistas reais a servir utilizadores reais.
Para compradores:
Acesso a uma ampla seleção de profissionais reais e reputados a custos razoáveis, evitar longos tempos de espera, encontrar facilmente especialistas adequados, beneficiar de pagamentos seguros e superar barreiras linguísticas.
Aviso sobre IA
O termo “AI” na StrongBody AI refere-se à utilização de tecnologias de inteligência artificial apenas para fins de otimização da plataforma, incluindo correspondência de utilizadores, recomendações de serviços, suporte de conteúdo, tradução de idiomas e automação de fluxos de trabalho.
A StrongBody AI não utiliza inteligência artificial para fornecer diagnóstico médico, aconselhamento médico, decisões de tratamento ou julgamento clínico. A inteligência artificial na plataforma não substitui profissionais de saúde licenciados e não participa na tomada de decisões médicas.
Todas as consultas e decisões relacionadas com saúde são tomadas unicamente por profissionais humanos reais e utilizadores.