Na pequena clínica situada na movimentada Rua Augusta, em São Paulo, o Dr. Rafael Mendes, endocrinologista de 42 anos e especialista em medicina do estilo de vida, permanecia sentado em silêncio, olhando fixamente para a tela do computador. O relógio marcava 22:47. Lá fora, as luzes neon dos bares de samba continuavam piscando, e o som distante de bossa nova ecoava pelas ruas. Dentro do consultório, porém, só havia cansaço profundo e um vazio que parecia crescer a cada dia.
Há 16 anos ele atendia naquele mesmo espaço. No início, era uma realização imensa: ver pacientes com diabetes tipo 2 reduzirem a hemoglobina glicada de 9,8% para 6,2% em poucos meses; acompanhar pessoas com obesidade grau III perderem 38 quilos de forma saudável; ajudar mulheres na perimenopausa a atravessarem ondas de calor intensas, insônia e alterações de humor com intervenções baseadas em nutrição funcional, suplementação direcionada e higiene do sono, reduzindo drasticamente a dependência de reposição hormonal sintética. Ele se sentia útil, necessário, quase como um missionário da saúde.
Mas a realidade foi se impondo lentamente. A clínica suportava, no máximo, 18 a 20 atendimentos presenciais por dia. A agenda estava sempre lotada com três meses de espera. Pacientes de cidades vizinhas como Osasco, Guarulhos, Campinas, Ribeirão Preto, e até de outros estados – Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina – escreviam mensagens desesperadas pedindo ajuda, mas a distância física e a falta de tempo tornavam impossível atendê-los. Rafael queria alcançar essas pessoas, queria multiplicar o impacto do seu conhecimento, mas o corpo humano tem limites: apenas 24 horas por dia, um cérebro que também precisa descansar.
Em casa, a esposa Carolina, professora de literatura do ensino médio, observava a transformação com preocupação crescente. Uma noite, enquanto lavavam a louça juntos, ela falou baixinho:
“Rafael, eu vejo você cada dia mais distante. A Sofia, com seus nove anos, perguntou ontem por que o papai não conta mais histórias antes de dormir. Você percebe que está se perdendo?”
Ele apenas baixou a cabeça. Sabia que ela tinha razão. Chegava em casa às 21h30, exausto, mal conseguia tomar banho e comer alguma coisa. Os fins de semana, antes reservados para passeios na Praia de Copacabana ou no Parque do Ibirapuera com a família, agora eram consumidos por atualizações de prontuários eletrônicos, análise de exames laboratoriais pendentes e respostas a e-mails de pacientes. Os colegas do hospital público onde ele ainda atendia parte do tempo começaram a se afastar. Alguns brincavam, com tom azedo: “O doutor agora é empresário, né? Só pensa em faturar”. As palavras doíam, mas Rafael não encontrava forças para responder.
Ele tentou, de várias formas, romper aquela barreira.
Primeira tentativa: criou um canal no YouTube chamado “Saúde com Ciência”. Gravava vídeos de qualidade, com boa edição, explicando mecanismos fisiológicos da resistência insulínica, o papel do eixo intestino-cérebro na obesidade, a influência do cortisol crônico na perimenopausa. Após oito meses de dedicação intensa, o canal tinha apenas 1.920 inscritos, a maioria conhecidos que davam like por educação. As visualizações não passavam de algumas centenas. O algoritmo não o favorecia. Desânimo total.
Segunda tentativa: contratou uma agência de marketing digital renomada em Pinheiros. Eles criaram um site elegante, otimizado para SEO, rodaram campanhas no Meta Ads e Google Ads com segmentação por interesses em saúde funcional, palavras-chave como “endocrinologista online”, “perimenopausa natural”, “diabetes reversão”. Investimento: 41.800 reais em três meses. Resultado? Apenas nove novos pacientes, sete deles indicados por conhecidos, não pelas propagandas. Rafael se sentiu um completo fracasso em negócios.
Terceira tentativa: ingressou em uma plataforma brasileira de telemedicina. A interface era confusa, as taxas altas (35% por consulta), o público predominantemente local, exigindo preços muito próximos ou inferiores aos das consultas presenciais. Após quatro meses, desistiu, frustrado.
Cada fracasso o levava mais fundo ao ciclo de autocrítica:
“Eu não sou bom o suficiente. Não entendo de marketing, de tecnologia. Talvez meu lugar seja mesmo o consultório tradicional. Sonhar grande não é para mim.”
Carolina via o marido definhando fisicamente – olheiras profundas, perda de peso involuntária, humor cada vez mais sombrio. Numa noite de outubro de 2025, durante o jantar na varandinha do apartamento, ela pousou os talheres, respirou fundo e disse:
“Rafael, eu não ligo para o dinheiro. O que eu não aguento mais é ver você se destruindo dia após dia. Você quer ajudar mais pessoas, não é? Então por que insiste em fazer tudo sozinho? Existem ferramentas, pessoas, plataformas que podem te ajudar, e você simplesmente se recusa a olhar para elas.”
Ele deu um sorriso amargo:
“Mais um curso de marketing de 6 mil reais? Mais uma promessa vazia?”
Carolina balançou a cabeça negativamente. Pegou o celular e abriu uma mensagem de voz enviada pela irmã Isabela, que vivia em Lisboa e atuava como nutricionista funcional com clientes internacionais.
A voz de Isabela soava vibrante:
“Carolina, você tem que conhecer o StrongBody AI. No último trimestre, 43% dos meus clientes vieram dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Eles pagam valores quatro a seis vezes maiores que aqui. Eu só respondo mensagens, envio planos personalizados, faço algumas videochamadas. Tudo seguro via Stripe, saque em reais ou euros em menos de 40 minutos. O melhor é o algoritmo de matching inteligente: ele identifica automaticamente pacientes que combinam com minha especialidade. Eu não gasto um centavo com anúncios. Só faço o que sei fazer: cuidar.”
Rafael ouviu tudo com expressão fechada.
“Não me venha com essas plataformas online. Eu não quero virar médico de e-commerce, longe da ética médica.”
Mas Carolina não desistiu. Sem dizer nada, enviou o link strongbody.ai com uma única frase:
“Não estou te obrigando. Só peço que leia. Por mim, pela Sofia e por todos aqueles pacientes que você sempre diz que quer ajudar.”
Naquela madrugada, com a casa em silêncio, Rafael abriu o notebook. Leu a página inicial. Fechou a aba. Reabriu. Leu depoimentos. Estudou o funcionamento do algoritmo de inteligência artificial que analisava milhares de solicitações diárias e fazia matching baseado em especialidade, abordagem terapêutica, idiomas, faixa de preço e nível de complexidade clínica. Descobriu a integração com o Multime AI – tecnologia de tradução e dublagem em tempo real que permitia ele falar em português brasileiro e o paciente ouvir em inglês americano, alemão, francês ou espanhol com voz natural, preservando entonação e emoção. Viu que a taxa de 20% era significativa, mas em contrapartida havia um fluxo constante de demandas internacionais que ele jamais alcançaria sozinho.
Passaram-se quase quatro semanas de hesitação. Durante esse período, ele conversou diversas vezes com Mariana, do suporte ao vendedor do StrongBody AI. Ela o orientou com paciência exemplar: como preencher o perfil profissional com certificações (Título de Especialista em Endocrinologia pela SBEM, pós-graduação em Medicina Funcional pelo IFM, certificação em Nutrição Low-Carb pela ABLC), como escrever descrições de serviços claras e atrativas, como escolher fotos reais de alta resolução (em vez de imagens genéricas de banco), como usar o Seller Assistant para otimizar títulos e tags. Mariana ainda enviou um guia prático com 15 estratégias comprovadas para elevar a taxa de conversão de solicitações em propostas aceitas.
Finalmente, numa tarde chuvosa de novembro de 2025, com o coração acelerado, Rafael clicou em “Publicar Perfil”.
A primeira semana foi de silêncio absoluto. Nenhuma solicitação. A insegurança voltou com força. Ele mandou mensagem para Carolina:
“Está vendo? Não funciona para mim.”
Ela respondeu com calma:
“Espera mais um pouco. A Isabela disse que leva pelo menos 3 a 5 semanas para o algoritmo começar a entender seu perfil.”
No dia 21, chegou a primeira solicitação: mulher de 53 anos, de Seattle, Washington. Perimenopausa severa, apesar de reposição hormonal bioidêntica, apresentava fogachos noturnos intensos (7–9 episódios/dia), ganho de 14 kg em 18 meses, insônia grave, fadiga crônica, humor depressivo. Buscava endocrinologista com experiência em medicina integrativa e estilo de vida.
Rafael preparou a primeira proposta com mãos trêmulas. Usou o B-Messenger, gravou áudio em português explicando o protocolo de 14 semanas: dieta mediterrânea modificada com baixa carga glicêmica, suplementação personalizada (magnésio glicinato 400 mg, ômega-3 EPA+DHA 3 g, vitamina D3+K2, inositol mio 4 g/dia), protocolo de higiene do sono baseado em cronobiologia, treinamento de força adaptado e caminhadas em zona 2. Valor: 480 USD por 4 meses de acompanhamento ilimitado por mensagens + 3 videochamadas.
A paciente aceitou em 38 minutos. Pagamento confirmado via Stripe. Rafael ficou parado olhando a tela, incrédulo.
A partir dali, a chama começou a reacender.
Chegaram casos de várias partes do mundo: engenheiro de software alemão em Berlim querendo otimizar testosterona naturalmente (protocolo com treinamento de força pesado, jejum intermitente 16:8, zinco 30 mg + magnésio 450 mg, sono otimizado); mãe recente de Toronto buscando perda de gordura pós-parto preservando lactação; executivo texano com diabetes tipo 2 em uso de metformina + gliflozina, desejando reduzir medicação com dieta cetogênica terapêutica monitorada.
Nem tudo foi fácil.
Numa ocasião, o sistema de tradução confundiu “dose de manutenção de melatonina” com “dose máxima”, gerando confusão grave. Rafael precisou fazer uma videochamada de emergência, pedir desculpas sinceras, explicar novamente a fisiologia do sono e a farmacocinética da melatonina, e oferecer uma consulta extra gratuita. Sentiu-se um impostor por algumas horas.
Outra vez, recebeu nove solicitações em apenas quatro horas. Tentou responder a todas rapidamente e acabou demorando demais em algumas. Uma paciente reclamou: “O médico parece desinteressado”. O velho Rafael – aquele cheio de culpa e vontade de desistir – quase ressurgiu.
Mas agora ele tinha apoio. Ligou para Carolina à noite. Ela ouviu tudo e disse com firmeza gentil:
“Você não precisa aceitar todos os casos. Escolha os que realmente combinam com sua expertise e com o tempo que você tem. Você não é máquina. Está vivendo o sonho que sempre teve: impactar vidas ao redor do mundo sem sair de casa.”
Ele também entrou no grupo privado de profissionais brasileiros da plataforma. Lá encontrou médicos, nutricionistas e fisioterapeutas compartilhando soluções reais: como lidar com erros de tradução, como estruturar protocolos híbridos (online + monitoramento remoto via wearables), como usar o recurso Active Outreach para enviar mensagens proativas a pacientes compatíveis.
Aos poucos, Rafael desenvolveu um sistema próprio: aceitava no máximo cinco novos casos por semana, priorizava qualidade, usava o dashboard analítico do StrongBody AI para monitorar taxa de retenção (chegou a 87%), tempo médio de resposta e satisfação do cliente.
Doze meses depois da publicação do perfil, Rafael tinha 81 clientes ativos, dos quais 67% eram de América do Norte e Europa Ocidental. A receita gerada pela plataforma superava em 4,7 vezes a da clínica física. Ele reduziu drasticamente os atendimentos presenciais, mantendo apenas casos complexos locais. Ganhou tempo para levar Sofia ao ballet, para passear de mãos dadas com Carolina pelo calçadão de Santos, para voltar a ler livros de literatura que tanto amava na juventude.
Numa noite quente de verão, enquanto comiam sorvete de tapioca na praia, Sofia olhou para ele com olhos curiosos:
“Papai, você está muito mais feliz ultimamente, né? Antes você ficava quieto, parecia triste.”
Rafael olhou para Carolina. Ela sorriu, apertando de leve sua mão.
Ele se abaixou, beijou a testa da filha e fitou o horizonte onde as luzes dos navios dançavam no mar escuro.
“Sim, minha filha. O papai está muito mais feliz. Porque encontrou um jeito de cuidar de muita gente pelo mundo… e ainda continuar sendo o seu papai, o marido da mamãe.”
No fundo do coração, ele agradeceu silenciosamente ao StrongBody AI. Não porque fosse perfeito – ainda tinha falhas, limites, desafios –, mas porque se tornou a ponte que o ajudou a atravessar suas próprias muralhas de medo, insegurança e autolimitação, permitindo que a chama original, aquela que o levou a escolher a medicina – a chama do desejo genuíno de curar, acolher e transformar vidas – voltasse a queimar forte, clara e sustentável.
Visão Geral da StrongBody AI
A StrongBody AI é uma plataforma que conecta serviços e produtos nas áreas de saúde, cuidados de saúde proativos e saúde mental, operando no endereço oficial e único: https://strongbody.ai. A plataforma conecta médicos reais, farmacêuticos reais e especialistas reais em cuidados de saúde proativos (vendedores) com utilizadores (compradores) em todo o mundo, permitindo que os vendedores ofereçam consultas remotas/presenciais, formação online, vendam produtos relacionados, publiquem blogs para construir credibilidade e contactem proativamente potenciais clientes através da Mensagem Ativa. Os compradores podem enviar pedidos, fazer encomendas, receber ofertas e construir equipas de cuidados pessoais. A plataforma faz correspondência automática com base na especialidade, suporta pagamentos via Stripe/PayPal (mais de 200 países). Com dezenas de milhões de utilizadores provenientes dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá e outros, a plataforma gera milhares de pedidos diários, ajudando os vendedores a alcançar clientes de alto rendimento e os compradores a encontrar facilmente especialistas reais adequados.
Modelo de Funcionamento e Capacidades
Não é uma plataforma de agendamento
A StrongBody AI é o local onde os vendedores recebem pedidos dos compradores, enviam proativamente ofertas, realizam transações diretas via chat, aceitação de ofertas e pagamento. Esta funcionalidade pioneira proporciona iniciativa e máxima conveniência para ambas as partes, adequada às transações reais no setor da saúde – algo que nenhuma outra plataforma oferece.
Não é uma ferramenta médica / IA
A StrongBody AI é uma plataforma de conexão humana, permitindo que os utilizadores se conectem com profissionais de saúde reais e verificados que possuem qualificações válidas e experiência profissional comprovada de países em todo o mundo.
Todas as consultas e trocas de informações ocorrem diretamente entre utilizadores e especialistas humanos reais, via chat B-Messenger ou ferramentas de comunicação de terceiros, como Telegram, Zoom ou chamadas telefónicas.
A StrongBody AI apenas facilita as conexões, o processamento de pagamentos e ferramentas de comparação; não interfere no conteúdo das consultas, julgamento profissional, decisões médicas ou prestação de serviços. Todas as discussões e decisões relacionadas com saúde são tomadas exclusivamente entre utilizadores e profissionais licenciados reais.
Base de Utilizadores
A StrongBody AI serve dezenas de milhões de membros dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá, Austrália, Vietname, Brasil, Índia e muitos outros países (incluindo redes alargadas como Gana e Quénia). Dezenas de milhares de novos utilizadores registam-se diariamente nos papéis de comprador e vendedor, formando uma rede global de prestadores de serviços reais e utilizadores reais.
Pagamentos Seguros
A plataforma integra Stripe e PayPal, suportando mais de 50 moedas. A StrongBody AI não armazena informações de cartões; todos os dados de pagamento são geridos de forma segura pela Stripe ou PayPal com verificação OTP. Os vendedores podem levantar fundos (exceto taxas de conversão de moeda) em 30 minutos para as suas contas bancárias reais. As taxas da plataforma são 20% para vendedores e 10% para compradores (exibidas claramente nos preços dos serviços).
Limitações de Responsabilidade
A StrongBody AI atua unicamente como plataforma intermediária de conexão e não participa nem assume responsabilidade pelo conteúdo das consultas, qualidade de serviços ou produtos, decisões médicas ou acordos celebrados entre compradores e vendedores.
Todas as consultas, orientações e decisões relacionadas com saúde são realizadas exclusivamente entre compradores e profissionais humanos reais. A StrongBody AI não é um prestador de cuidados médicos e não garante resultados de tratamentos.
Benefícios
Para vendedores:
Acesso a clientes globais de alto rendimento (EUA, UE, etc.), aumento de rendimentos sem necessidade de marketing ou conhecimentos técnicos, construção de marca pessoal, monetização de tempo livre e contribuição de valor profissional para a saúde da comunidade global como especialistas reais a servir utilizadores reais.
Para compradores:
Acesso a uma ampla seleção de profissionais reais e reputados a custos razoáveis, evitar longos tempos de espera, encontrar facilmente especialistas adequados, beneficiar de pagamentos seguros e superar barreiras linguísticas.
Aviso sobre IA
O termo “AI” na StrongBody AI refere-se à utilização de tecnologias de inteligência artificial apenas para fins de otimização da plataforma, incluindo correspondência de utilizadores, recomendações de serviços, suporte de conteúdo, tradução de idiomas e automação de fluxos de trabalho.
A StrongBody AI não utiliza inteligência artificial para fornecer diagnóstico médico, aconselhamento médico, decisões de tratamento ou julgamento clínico. A inteligência artificial na plataforma não substitui profissionais de saúde licenciados e não participa na tomada de decisões médicas.
Todas as consultas e decisões relacionadas com saúde são tomadas unicamente por profissionais humanos reais e utilizadores.