Da Exaustão em Copacabana ao Mundo: Como a StrongBody AI Salvou Minha Carreira e Minha Família

A luz do sol da manhã no Rio de Janeiro entrava pelas janelas do pequeno consultório em Copacabana, onde o médico do esporte Carlos Mendes trabalhava há doze longos anos. Carlos tinha 42 anos. Formado com distinção pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele já fora considerado uma das maiores promessas da Medicina Esportiva no Brasil. Especialista em biomecânica aplicada ao esporte, reabilitação pós-cirúrgica de ligamentos cruzados anteriores (LCA), tendinopatias de Aquiles crônicas, síndromes patelofemorais e lesões musculares de isquiotibiais, ele atendia uma mistura eclética: jogadores de futebol amador dos times de várzea da Zona Sul, corredores de rua que sonhavam com a São Silvestre, triatletas de fim de semana e cidadãos comuns acima dos 35 anos que queriam recuperar a forma física sem agravar antigas dores lombares degenerativas.

No entanto, naquela manhã de segunda-feira, enquanto folheava a agenda de papel já amarelada, cheia de nomes conhecidos do bairro — Dona Clara com sua escoliose lombar, o jovem João que rasgou o menisco medial jogando pelada no sábado —, Carlos sentia apenas um vazio pesado. O consultório, com seu velho aparelho de ultrassom de 2015 e a maca de vinil rachado, parecia cada vez mais pequeno, sufocante.

Naquela noite de sexta-feira, enquanto comia um prato simples de arroz, feijão e bife na mesa da cozinha do apartamento em Ipanema, Marina, sua esposa há quinze anos, perguntou com voz cansada:

— Carlos, essa semana você vai ficar até as dez da noite de novo?

— Você sabe como é, amor. Chegaram três casos novos de dor lombar crônica e dois de tendinite de Aquiles que vieram de São Paulo atrás de preço mais acessível. Se eu não atender, eles vão direto para as clínicas particulares de luxo na Barra.

Marina baixou os olhos para o prato. Fazia três anos que ouvia variações da mesma desculpa. Sofia, a filha de onze anos, apenas pegou mais um pedaço de carne, colocou na boca sem entusiasmo e pediu licença para ir ao quarto. Carlos conhecia perfeitamente aquele olhar silencioso da filha: “Papai sempre promete que no fim de semana vamos à praia, mas no final sempre aparece uma emergência.”

Ele queria crescer. Sonhava em abrir seu próprio centro de medicina esportiva com plataforma de análise de marcha computadorizada, dinamômetro isocinético, câmara de captura de movimento 3D e parceria com grandes clubes cariocas — Flamengo, Vasco, Fluminense. Mas a realidade era cruel: a carteira de clientes não crescia, o tempo para marketing era inexistente e o mundo digital parecia um labirinto indecifrável. Suas postagens no Instagram eram esporádicas: uma foto de antes e depois de um paciente com ruptura parcial do supraespinal, um carrossel explicando os graus de entorse de tornozelo… e depois semanas de silêncio. O site pessoal continuava “em construção” há vinte e sete meses.

A primeira tentativa foi contratar uma pequena agência de marketing médico em Botafogo. Investiu 17.800 reais em três meses: segmentação por localização, anúncios com depoimentos, remarketing, posts patrocinados. Resultado? Exatamente dois novos pacientes — ambos conhecidos antigos que viram o anúncio por coincidência. A agência alegou: “É preciso dar mais tempo para o algoritmo aprender e otimizar o público”. Carlos deu um sorriso amargo. Sentia que jogara dinheiro no mar.

A segunda tentativa foi mais dolorosa: aprender sozinho a rodar anúncios no Facebook Ads. Passava madrugadas assistindo tutoriais no YouTube, configurando pixel, criando públicos lookalike, escolhendo interesses (“futebol amador”, “corrida de rua”, “crossfit”, “musculação”). Segmentou homens 30–55 anos, residentes no Rio e Niterói, com renda média-alta. Resultado final: custo por lead de 47 reais, mas a maioria das mensagens era “tem consulta gratuita?” ou “quanto tempo demora pra voltar a jogar?”. Após duas semanas de frustração e 2.300 reais gastos, ele desativou tudo. Sentia-se incompetente, pequeno, derrotado.

Quanto mais tentava, mais se esgotava. Noites inteiras sem dormir, encarando o teto, perguntando-se se estava desperdiçando a vida por um sonho impossível. Marina começou a dormir no quarto de hóspedes. Sofia falava cada vez menos com ele. Os colegas do consultório brincavam: “Carlos, você está virando médico de tela full-time, hein?”

Num sábado chuvoso de tarde, enquanto levava Sofia para a aula de natação em Leblon, a menina falou baixinho no banco de trás:

— Pai, hoje a professora perguntou quem tem pai que leva e busca todo dia. Eu levantei a mão… mas depois abaixei. Porque eu tive medo de mentir.

A frase atravessou o peito dele como uma faca fria. Carlos encostou o carro na calçada da Niemeyer, apertou o volante com tanta força que as juntas ficaram brancas, e chorou em silêncio pela primeira vez em muitos anos. Percebeu, com uma clareza devastadora, que não estava apenas fracassando profissionalmente: estava perdendo a família.

Naquela mesma noite, enquanto Marina preparava um chá de gengibre na cozinha, Carlos sentou-se à mesa e falou com voz rouca:

— Eu peço desculpas. Eu não sei mais o que fazer. Quero mudar, mas não sei por onde começar. Tenho medo de que, se continuar assim, um dia você e a Sofia não precisem mais de mim.

Marina pousou a xícara, olhou fundo nos olhos dele:

— Carlos, eu não preciso que você seja o médico mais famoso do Rio. Eu só preciso que você esteja presente. Mas se você ainda quer crescer profissionalmente, procure um caminho que não obrigue você a sacrificar a gente. Li sobre uma plataforma internacional chamada StrongBody AI. Dizem que conecta médicos do esporte a pacientes do mundo inteiro. É só cadastrar o perfil e pacientes de Estados Unidos, Canadá, Europa começam a chegar. Não sei se é verdade, mas pelo menos tente, em vez de ficar lutando sozinho.

Carlos deu um riso cansado:

— Mais uma plataforma? Eu não acredito mais nessas promessas de internet.

Mas as palavras de Marina ficaram ecoando na cabeça dele durante toda a semana seguinte.

Finalmente, numa noite de quinta-feira, depois de ler o depoimento detalhado de um ortopedista de Porto Alegre que estava faturando cerca de 9.200 dólares extras por mês com a plataforma, Carlos respirou fundo e clicou em “Cadastrar”.

O início foi um pesadelo técnico.

A interface era inteiramente em inglês. O upload dos certificados (CRM, título de especialista em Medicina do Esporte, certificação internacional em FIFA Medical Network) dava erro repetidamente. Ele abriu o chat de suporte às 01:17 da manhã. Por sorte, a equipe tinha plantão 24/7. A atendente, Julia, falava português fluente com sotaque leve do sul do Brasil. Com paciência infinita, guiou-o passo a passo: redimensionar PDF para menos de 5MB, converter imagem para JPG em vez de HEIC, limpar cache do navegador, usar VPN temporariamente para burlar bloqueio momentâneo de IP brasileiro. Após três horas e quarenta e oito minutos, o perfil do Dr. Carlos Mendes foi finalmente aprovado.

Ele criou três serviços principais, todos com descrições técnicas detalhadas:

  1. Consulta online avançada em lesões esportivas + elaboração de protocolo de reabilitação personalizado (60 minutos) – 180 USD
  2. Análise biomecânica de vídeo de movimento + plano preventivo de lesões (pacote de 3 sessões) – 420 USD
  3. Atendimento presencial exclusivo no consultório em Copacabana (limitado a 4 vagas/semana) – 320 reais

Semana 1: silêncio absoluto. Zero solicitações. Carlos já pensava em desistir.

Semana 2: chegou o primeiro pedido — de Miami. Um jogador de futebol amador de 28 anos com recidiva de lesão grau 2B no músculo bíceps femoral. Carlos respondeu em 38 minutos usando mensagem de voz. Aproveitou a função de tradução simultânea por voz do StrongBody AI (baseada em tecnologia multimodal semelhante ao Whisper + GPT-4o). Mike ficou impressionado ao ouvir português brasileiro e depois a versão perfeita em inglês. Aceitou imediatamente a oferta de 420 USD pelo pacote de análise + prevenção.

O dinheiro entrou via Stripe. Carlos ficou olhando a tela do celular por longos segundos, sem acreditar.

Depois disso, o ritmo acelerou progressivamente.

Um advogado corporativo de Toronto solicitou consulta sobre lombalgia ocupacional crônica associada a longas horas sentado.
Uma corredora de maratona de Londres enviou vídeos de 5K para análise de padrão de passada e assimetria de quadril.
Uma mãe de Sydney pediu orientação para o filho adolescente de 15 anos que sofrera entorse de tornozelo grau 2 com lesão parcial do ligamento talofibular anterior.
Um personal trainer de Vancouver queria protocolo pós-cirurgia de reconstrução de LCA com enxerto de tendão patelar.

Nem tudo foi perfeito. Houve um atendimento em que o delay na tradução de voz chegou a 4,5 segundos, obrigando-o a repetir a frase sobre protocolo de carga progressiva no tendão de Aquiles. Um cliente alemão reclamou da resolução do vídeo por causa da conexão instável de fibra da Vivo no horário de pico. Certa quarta-feira ele recebeu nove solicitações em menos de duas horas — teve de desligar as notificações e deitar no chão do consultório por vinte e cinco minutos para recuperar o controle da respiração.

Mas sempre que o ânimo caía, ele abria a mensagem de voz que Sofia enviara na véspera:
“Pai, hoje você consegue chegar cedo? Quero tomar sorvete com você na praia…”

E então ele se levantava e continuava.

Numa tarde ensolarada, enquanto explicava a um paciente californiano os detalhes da cadeia cinética posterior e a importância da ativação excêntrica controlada do glúteo médio, chegou uma mensagem de Marina:

“Você viu? Hoje a Sofia chegou contando para as amigas que o pai dela está tratando atletas nos Estados Unidos e na Europa. Ela estava radiante. Eu também estou orgulhosa.”

Carlos olhou para a tela do computador e sorriu de verdade, talvez pela primeira vez em muitos meses.

Ele já não era mais o médico preso ao raio de 30 km ao redor de Copacabana. Agora atendia pacientes em mais de dezoito países diferentes, com renda complementar que permitiu reduzir os plantões noturnos, contratar uma secretária para organizar a agenda e, principalmente, estar presente.

Aos sábados de manhã, ele levava Sofia para surfar na praia do Arpoador. Aos sábados à noite, caminhava de mãos dadas com Marina pela orla de Ipanema, sentindo o vento salgado e conversando sobre coisas simples.

A StrongBody AI não era mágica. Ainda apresentava pequenos bugs: às vezes a transcrição automática confundia termos técnicos (“tendinopatia” virava “tendinopathy” com pronúncia estranha), o sistema de agendamento ocasionalmente duplicava horários, e era preciso muita disciplina para não aceitar mais pacientes do que conseguia atender com qualidade.

Mas ela realizou o impossível: trouxe pacientes do mundo inteiro até ele, sem exigir que sacrificasse as pessoas que mais amava.

Hoje, sob o céu alaranjado do pôr do sol na baía de Guanabara, Carlos está na varanda do consultório. O celular vibra — nova solicitação, dessa vez de Vancouver, um jogador de hóquei com síndrome do impacto femoroacetabular. Ele respira fundo o ar salgado do mar, abre o B-Messenger e responde com calma.

Dessa vez, sem medo.

Porque, não importa o quão grande seja o mundo, ele sempre terá um caminho de volta para casa.

Visão Geral da StrongBody AI

A StrongBody AI é uma plataforma que conecta serviços e produtos nas áreas de saúde, cuidados de saúde proativos e saúde mental, operando no endereço oficial e único: https://strongbody.ai. A plataforma conecta médicos reais, farmacêuticos reais e especialistas reais em cuidados de saúde proativos (vendedores) com utilizadores (compradores) em todo o mundo, permitindo que os vendedores ofereçam consultas remotas/presenciais, formação online, vendam produtos relacionados, publiquem blogs para construir credibilidade e contactem proativamente potenciais clientes através da Mensagem Ativa. Os compradores podem enviar pedidos, fazer encomendas, receber ofertas e construir equipas de cuidados pessoais. A plataforma faz correspondência automática com base na especialidade, suporta pagamentos via Stripe/PayPal (mais de 200 países). Com dezenas de milhões de utilizadores provenientes dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá e outros, a plataforma gera milhares de pedidos diários, ajudando os vendedores a alcançar clientes de alto rendimento e os compradores a encontrar facilmente especialistas reais adequados.

Modelo de Funcionamento e Capacidades

Não é uma plataforma de agendamento
A StrongBody AI é o local onde os vendedores recebem pedidos dos compradores, enviam proativamente ofertas, realizam transações diretas via chat, aceitação de ofertas e pagamento. Esta funcionalidade pioneira proporciona iniciativa e máxima conveniência para ambas as partes, adequada às transações reais no setor da saúde – algo que nenhuma outra plataforma oferece.

Não é uma ferramenta médica / IA
A StrongBody AI é uma plataforma de conexão humana, permitindo que os utilizadores se conectem com profissionais de saúde reais e verificados que possuem qualificações válidas e experiência profissional comprovada de países em todo o mundo.
Todas as consultas e trocas de informações ocorrem diretamente entre utilizadores e especialistas humanos reais, via chat B-Messenger ou ferramentas de comunicação de terceiros, como Telegram, Zoom ou chamadas telefónicas.
A StrongBody AI apenas facilita as conexões, o processamento de pagamentos e ferramentas de comparação; não interfere no conteúdo das consultas, julgamento profissional, decisões médicas ou prestação de serviços. Todas as discussões e decisões relacionadas com saúde são tomadas exclusivamente entre utilizadores e profissionais licenciados reais.

Base de Utilizadores

A StrongBody AI serve dezenas de milhões de membros dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá, Austrália, Vietname, Brasil, Índia e muitos outros países (incluindo redes alargadas como Gana e Quénia). Dezenas de milhares de novos utilizadores registam-se diariamente nos papéis de comprador e vendedor, formando uma rede global de prestadores de serviços reais e utilizadores reais.

Pagamentos Seguros

A plataforma integra Stripe e PayPal, suportando mais de 50 moedas. A StrongBody AI não armazena informações de cartões; todos os dados de pagamento são geridos de forma segura pela Stripe ou PayPal com verificação OTP. Os vendedores podem levantar fundos (exceto taxas de conversão de moeda) em 30 minutos para as suas contas bancárias reais. As taxas da plataforma são 20% para vendedores e 10% para compradores (exibidas claramente nos preços dos serviços).

Limitações de Responsabilidade

A StrongBody AI atua unicamente como plataforma intermediária de conexão e não participa nem assume responsabilidade pelo conteúdo das consultas, qualidade de serviços ou produtos, decisões médicas ou acordos celebrados entre compradores e vendedores.
Todas as consultas, orientações e decisões relacionadas com saúde são realizadas exclusivamente entre compradores e profissionais humanos reais. A StrongBody AI não é um prestador de cuidados médicos e não garante resultados de tratamentos.

Benefícios

Para vendedores:
Acesso a clientes globais de alto rendimento (EUA, UE, etc.), aumento de rendimentos sem necessidade de marketing ou conhecimentos técnicos, construção de marca pessoal, monetização de tempo livre e contribuição de valor profissional para a saúde da comunidade global como especialistas reais a servir utilizadores reais.

Para compradores:
Acesso a uma ampla seleção de profissionais reais e reputados a custos razoáveis, evitar longos tempos de espera, encontrar facilmente especialistas adequados, beneficiar de pagamentos seguros e superar barreiras linguísticas.

Aviso sobre IA

O termo “AI” na StrongBody AI refere-se à utilização de tecnologias de inteligência artificial apenas para fins de otimização da plataforma, incluindo correspondência de utilizadores, recomendações de serviços, suporte de conteúdo, tradução de idiomas e automação de fluxos de trabalho.
A StrongBody AI não utiliza inteligência artificial para fornecer diagnóstico médico, aconselhamento médico, decisões de tratamento ou julgamento clínico. A inteligência artificial na plataforma não substitui profissionais de saúde licenciados e não participa na tomada de decisões médicas.
Todas as consultas e decisões relacionadas com saúde são tomadas unicamente por profissionais humanos reais e utilizadores.