Como a StrongBody AI Ajudou um Médico do Esporte Brasileiro a Construir uma Prática Global
O sol da manhã em Copacabana entrava pelas persianas entreabertas, pintando listras douradas no chão de taco desgastado do pequeno apartamento de dois quartos. No entanto, para o Dr. Paulo Ricardo Mendes, de 38 anos, aquele brilho parecia distante, quase irônico. Especialista em Medicina do Esporte, com Mestrado em Ciências do Movimento Humano pela Universidade de São Paulo e título de especialista pela Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), Paulo já havia sido membro da comissão médica do Clube de Regatas do Flamengo durante duas temporadas consecutivas, cuidando de lesões de ligamento cruzado anterior (LCA), rupturas de tendão de Aquiles, pubalgia atlética e síndrome patelofemoral em atletas de elite. Hoje, porém, sua clínica particular em Ipanema mal recebia oito a dez atendimentos por semana – a maioria pacientes antigos, com convênios de baixo repasse ou consultas particulares a preços congelados há anos.
A rotina era sufocante. Acordava às 6h15, preparava o café para Mariana e para a pequena Sofia (que em poucos meses entraria no 5º ano), saía para a clínica às 7h40, atendia os poucos casos agendados, almoçava um marmitex rápido e voltava para casa por volta das 19h30, exausto e frustrado. O resto do tempo era preenchido por tentativas frustradas de marketing digital: posts orgânicos no Instagram com alcance orgânico cada vez menor, vídeos curtos no TikTok sobre “protocolo isométrico para fortalecimento do quadríceps após reconstrução de LCA” que mal chegavam a 6.000 visualizações, e uma campanha paga no Meta Ads que consumiu R$ 17.800 em três meses para trazer exatamente três novos pacientes – um custo de aquisição superior a R$ 5.900 por cliente.
Mariana, professora do ensino fundamental em uma escola pública no Méier, já não escondia a preocupação.
“Paulo, a gente prometeu à Sofia uma educação bilíngue… A escola internacional que você escolheu custa quase oito mil por mês. Estamos tirando do fundo de emergência criado para a faculdade dela.”
Do outro lado da Baía, em Niterói, Dona Clara ligava quase todo sábado à noite:
“Filho, o Dr. João, aquele ortopedista da rua ao lado, acabou de comprar um SUV novo. Eu não estou comparando, viu? Só fico com o coração apertado vendo você trabalhar tanto e não conseguir crescer…”
Cada comentário era uma pequena hemorragia na autoestima profissional de Paulo. Ele se formara com honras, fizera residência em ortopedia e traumatologia no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, complementara com fellowship em medicina do esporte na Clínica do Esporte em Belo Horizonte, publicara três artigos em revistas indexadas sobre biomecânica da corrida e reabilitação neuromuscular pós-cirúrgica. E ainda assim, sentia-se um fracasso.
Depois de queimar mais dinheiro com uma agência de marketing digital em São Paulo (que prometia “leads qualificados” e entregou planilhas cheias de contatos frios), Paulo decidiu tentar sozinho. Aprendeu noções básicas de SEO, editava vídeos com CapCut, gravava áudios explicando a diferença entre lesão por overuse e trauma agudo no menisco. Nada funcionava. A taxa de conversão era próxima de zero. Em uma noite particularmente pesada, chegou a abrir o site do concurso público do Hospital Municipal Miguel Couto, pensando em voltar ao emprego fixo, salário modesto mas previsível, plantões exaustivos e zero autonomia.
Foi numa tarde chuvosa de sábado que tudo começou a mudar.
Mariana chegou mais cedo, com uma sacola de quentinha do restaurante nordestino preferido da família. Colocou a comida na mesa e, sem rodeios, mostrou o celular.
“Você lembra da Carla, minha amiga da faculdade que foi para Lisboa trabalhar como enfermeira?”
Paulo fez que sim, sem entusiasmo.
“Ela me mandou isso hoje. Está ganhando muito dinheiro extra numa plataforma internacional chamada StrongBody AI. Atende americanos, ingleses, alemães… muitos brasileiros também estão tendo sucesso.”
Paulo deu uma risada amarga.
“Deve ser mais um golpe de marketing. Você acredita nisso?”
Mariana não discutiu. Apenas abriu o aplicativo e mostrou o perfil verificado da Carla: mais de 240 avaliações cinco estrelas, agenda lotada por três semanas consecutivas, comprovante de ganhos do mês anterior superior a 9.300 dólares americanos.
“É só ler hoje à noite. Não custa nada.”
Relutante, Paulo digitou strongbody.ai no navegador. A página inicial exibia um design limpo e profissional: milhões de usuários ativos em mais de 80 países, integração nativa com Stripe e PayPal para pagamentos internacionais, certificação HIPAA-GDPR compliant, e duas funcionalidades que chamaram sua atenção imediatamente: AI Real-Time Voice Translation (com suporte a mais de 42 idiomas, incluindo português brasileiro ↔ inglês americano com sotaque natural) e Active Message System – uma ferramenta de prospecção inteligente que sugeria leads qualificados com base em sintomas declarados, histórico de busca e localização.
Passou duas semanas pesquisando. Procurou “StrongBody AI golpe”, “StrongBody AI reclamação”, leu grupos de médicos brasileiros no Facebook e Telegram. Havia críticas: a comissão de 18–22% era considerada alta por alguns, o tempo médio para os primeiros clientes variava de 18 a 45 dias. Mas também dezenas de depoimentos reais: um cirurgião de coluna de Porto Alegre fechara contrato trimestral de teleconsultoria com uma academia de CrossFit em Toronto; uma nutricionista esportiva de Curitiba vendia pacotes mensais de periodização nutricional para triatletas americanos; um fisioterapeuta de Florianópolis atendia bailarinos clássicos de Londres e Paris.
Numa madrugada de insônia, por volta das 3h40, Paulo respirou fundo e clicou em “Tornar-se Especialista”.
O cadastro foi intuitivo, mas exigia rigor: upload do CRM (registro profissional no Conselho Regional de Medicina), diploma de graduação, certificado de residência, título de especialista, declaração de quitação ética e duas fotos profissionais. Ao enviar, o sistema acusou erro de formato PDF/A. Paulo abriu o chat de suporte. Doze minutos depois, Sofia – atendente brasileira da equipe de onboarding – respondeu em português fluente, enviou um tutorial em vídeo de 94 segundos e acompanhou em tempo real até a aprovação do perfil, que ocorreu em apenas 27 horas e 14 minutos.
Paulo criou seu primeiro serviço:
“Consultoria Avançada e Plano de Reabilitação Personalizado para Lesões Esportivas – Modalidade Online + Híbrida”
Preço base: US$ 195 por pacote de 4 sessões (avaliação inicial + análise de exames + plano de progressão semanal + ajustes por videoconferência).
Adicionou dois produtos físicos recomendados: joelheira funcional com estabilização patelar (fabricada por parceira brasileira) e creme de arnica + mentol de alta concentração para recuperação miofascial pós-treino.
A primeira semana foi silenciosa. A segunda também. O desânimo voltou com força.
“Eu sabia. É mais uma ilusão.”
Mariana insistiu:
“A Carla disse que é normal demorar. Usa o Active Message, amor. Eles têm algoritmo que seleciona pacientes compatíveis.”
Paulo abriu a ferramenta. O sistema sugeriu 12 perfis qualificados. Ele escolheu um: homem, 46 anos, Austin/Texas, ex-jogador universitário de futebol americano, com dor crônica no manguito rotador há 14 meses, já havia feito duas infiltrações de corticóide sem sucesso.
Gravou uma mensagem de voz em português (1 minuto e 12 segundos):
“Olá, sou o Dr. Paulo Mendes, médico do esporte no Rio de Janeiro. Notei que o senhor tem histórico de lesão no supraespinal e infraespinal. Já tratei mais de 180 casos semelhantes em atletas profissionais e amadores, com protocolos combinando terapia manual, exercícios excêntricos progressivos e neuromodulação. Se quiser, posso analisar seus exames e montar um plano inicial.”
A IA traduziu instantaneamente para inglês com entonação natural e enviou. Trinta e seis horas depois veio a resposta. Eles trocaram mensagens no B-Messenger interno da plataforma por quatro dias: Paulo solicitou envio de ressonância magnética de 3 Tesla (realizada 7 meses antes), vídeo de 360° do movimento de arremesso, questionário DASH (Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand) preenchido pelo paciente. Com base nisso, elaborou um plano de 8 semanas: fase 1 (isométricos + mobilidade escapular), fase 2 (excêntricos com carga progressiva 60–80% 1RM), fase 3 (pliometria específica), monitoramento semanal via upload de vídeos. Valor total: US$ 840. O cliente pagou na hora via Stripe.
A primeira avaliação cinco estrelas chegou em menos de 48 horas após o término. O paciente indicou um amigo de San Diego com lesão de labrum acetabular. A bola de neve começou.
Nem tudo foi perfeito. No quarto mês, um bug temporário no módulo de tradução fez com que instruções de exercícios para um paciente de Manchester fossem traduzidas de forma confusa (o termo “prancha lateral com elevação de quadril” virou algo próximo a “side plank with hip hiking” sem contexto adequado). O cliente enviou feedback negativo. Paulo sentiu o pânico antigo subir. Desligou o computador e passou o domingo inteiro deitado.
Mariana o encontrou assim.
“Liga para o suporte. Eles já te ajudaram antes.”
Ele mandou mensagem para Sofia. Em menos de quatro horas, o time de engenharia corrigiu o problema globalmente, enviou um pedido formal de desculpas ao cliente e ofereceu ao Dr. Paulo um crédito de US$ 150 em taxas de transação para o mês seguinte. Paulo reagendou uma sessão extra gratuita com o paciente inglês, explicou os detalhes biomecânicos novamente, e o feedback foi alterado para cinco estrelas.
Outra crise veio quando, numa única tarde de quinta-feira, chegaram sete solicitações simultâneas – incluindo um caso complexo de fratura por estresse tibial com suspeita de síndrome compartimental crônica exertional. Paulo sentiu as mãos tremerem ao gravar as respostas. À noite ligou para o amigo Leonardo, também médico do esporte:
“Leo, acho que vou desistir. Está sobrecarregando demais.”
Leonardo riu do outro lado da linha:
“Você está cobrando oitocentos dólares por pacote para americano e canadense. Tem colega aqui que daria um rim por cinco clientes assim por mês. Descansa amanhã, vai à praia com a família, depois volta com cabeça limpa. Você consegue.”
No dia seguinte, Paulo caminhou pela orla de Copacabana com Mariana e Sofia, comeu dois picolés de cajá, riu das histórias da escola da filha. À noite, com a mente mais leve, respondeu cada solicitação com calma, usou o Active Message para mais nove perfis e criou um mini-curso gravado: “Reabilitação Avançada Pós-LCA – 12 Semanas para Retorno ao Esporte” (vendido a US$ 297).
Oito meses e meio depois da inscrição, a realidade era outra.
Paulo mantinha 64–71 clientes recorrentes, sendo 78% internacionais (maioria EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, alguns da Alemanha e Emirados Árabes). A receita líquida mensal (após comissão da plataforma) oscilava entre US$ 11.400 e US$ 14.700. Contratou uma assistente virtual brasileira em meio período para gerenciar agendamento, lembretes e upload de exames. Ele próprio se dedicava ao que amava: análise detalhada de cinemática do movimento via vídeos enviados pelos pacientes, prescrição de protocolos baseados em evidências (com referências a estudos recentes do British Journal of Sports Medicine e do American Journal of Sports Medicine), criação de novas séries de cursos online e acompanhamento longitudinal de casos de longo prazo.
Mariana brincava ao vê-lo atender de bermuda e camiseta regata, com o mar ao fundo pela janela:
“Preciso marcar horário para conversar com o senhor doutor agora?”
Dona Clara veio passar o fim de semana. Ao ver o filho confiante, com energia renovada, olhos brilhando enquanto explicava um caso para um cliente do Colorado por videochamada, ela enxugou uma lágrima discreta e sussurrou:
“Eu sempre soube que você ia conseguir, meu filho.”
À noite, Paulo sentou-se na varanda, com uma xícara de café preto na mão, olhando as luzes tremeluzindo sobre o Atlântico. O vento morno trazia cheiro de maresia. Ele pensou em voz baixa, quase como uma prece:
“A StrongBody AI não me trouxe apenas pacientes. Ela me devolveu o orgulho da profissão, a possibilidade de impactar vidas em escala global e, acima de tudo, me permitiu ser, novamente, o médico que sempre sonhei ser – sem fronteiras, sem limites, apenas com conhecimento, dedicação e a tecnologia certa ao meu lado.”
Visão Geral da StrongBody AI
A StrongBody AI é uma plataforma que conecta serviços e produtos nas áreas de saúde, cuidados de saúde proativos e saúde mental, operando no endereço oficial e único: https://strongbody.ai. A plataforma conecta médicos reais, farmacêuticos reais e especialistas reais em cuidados de saúde proativos (vendedores) com utilizadores (compradores) em todo o mundo, permitindo que os vendedores ofereçam consultas remotas/presenciais, formação online, vendam produtos relacionados, publiquem blogs para construir credibilidade e contactem proativamente potenciais clientes através da Mensagem Ativa. Os compradores podem enviar pedidos, fazer encomendas, receber ofertas e construir equipas de cuidados pessoais. A plataforma faz correspondência automática com base na especialidade, suporta pagamentos via Stripe/PayPal (mais de 200 países). Com dezenas de milhões de utilizadores provenientes dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá e outros, a plataforma gera milhares de pedidos diários, ajudando os vendedores a alcançar clientes de alto rendimento e os compradores a encontrar facilmente especialistas reais adequados.
Modelo de Funcionamento e Capacidades
Não é uma plataforma de agendamento
A StrongBody AI é o local onde os vendedores recebem pedidos dos compradores, enviam proativamente ofertas, realizam transações diretas via chat, aceitação de ofertas e pagamento. Esta funcionalidade pioneira proporciona iniciativa e máxima conveniência para ambas as partes, adequada às transações reais no setor da saúde – algo que nenhuma outra plataforma oferece.
Não é uma ferramenta médica / IA
A StrongBody AI é uma plataforma de conexão humana, permitindo que os utilizadores se conectem com profissionais de saúde reais e verificados que possuem qualificações válidas e experiência profissional comprovada de países em todo o mundo.
Todas as consultas e trocas de informações ocorrem diretamente entre utilizadores e especialistas humanos reais, via chat B-Messenger ou ferramentas de comunicação de terceiros, como Telegram, Zoom ou chamadas telefónicas.
A StrongBody AI apenas facilita as conexões, o processamento de pagamentos e ferramentas de comparação; não interfere no conteúdo das consultas, julgamento profissional, decisões médicas ou prestação de serviços. Todas as discussões e decisões relacionadas com saúde são tomadas exclusivamente entre utilizadores e profissionais licenciados reais.
Base de Utilizadores
A StrongBody AI serve dezenas de milhões de membros dos EUA, Reino Unido, UE, Canadá, Austrália, Vietname, Brasil, Índia e muitos outros países (incluindo redes alargadas como Gana e Quénia). Dezenas de milhares de novos utilizadores registam-se diariamente nos papéis de comprador e vendedor, formando uma rede global de prestadores de serviços reais e utilizadores reais.
Pagamentos Seguros
A plataforma integra Stripe e PayPal, suportando mais de 50 moedas. A StrongBody AI não armazena informações de cartões; todos os dados de pagamento são geridos de forma segura pela Stripe ou PayPal com verificação OTP. Os vendedores podem levantar fundos (exceto taxas de conversão de moeda) em 30 minutos para as suas contas bancárias reais. As taxas da plataforma são 20% para vendedores e 10% para compradores (exibidas claramente nos preços dos serviços).
Limitações de Responsabilidade
A StrongBody AI atua unicamente como plataforma intermediária de conexão e não participa nem assume responsabilidade pelo conteúdo das consultas, qualidade de serviços ou produtos, decisões médicas ou acordos celebrados entre compradores e vendedores.
Todas as consultas, orientações e decisões relacionadas com saúde são realizadas exclusivamente entre compradores e profissionais humanos reais. A StrongBody AI não é um prestador de cuidados médicos e não garante resultados de tratamentos.
Benefícios
Para vendedores:
Acesso a clientes globais de alto rendimento (EUA, UE, etc.), aumento de rendimentos sem necessidade de marketing ou conhecimentos técnicos, construção de marca pessoal, monetização de tempo livre e contribuição de valor profissional para a saúde da comunidade global como especialistas reais a servir utilizadores reais.
Para compradores:
Acesso a uma ampla seleção de profissionais reais e reputados a custos razoáveis, evitar longos tempos de espera, encontrar facilmente especialistas adequados, beneficiar de pagamentos seguros e superar barreiras linguísticas.
Aviso sobre IA
O termo “AI” na StrongBody AI refere-se à utilização de tecnologias de inteligência artificial apenas para fins de otimização da plataforma, incluindo correspondência de utilizadores, recomendações de serviços, suporte de conteúdo, tradução de idiomas e automação de fluxos de trabalho.
A StrongBody AI não utiliza inteligência artificial para fornecer diagnóstico médico, aconselhamento médico, decisões de tratamento ou julgamento clínico. A inteligência artificial na plataforma não substitui profissionais de saúde licenciados e não participa na tomada de decisões médicas.
Todas as consultas e decisões relacionadas com saúde são tomadas unicamente por profissionais humanos reais e utilizadores.